Seat Ateca 2018 Manual do proprietário (in Portuguese)
Manufacturer: SEAT, Model Year: 2018, Model line: Ateca, Model: Seat Ateca 2018Pages: 372, PDF Size: 7.49 MB
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Condução
pretendida, por exemplo D ››
› Página 205, e
solte o botão de bloqueio.
– Espere até que se tenha ligado a caixa de
velocid
ades (nota-se um leve solavanco).
– Solte o pedal do travão e acelere ›››
.
P ar
ag
em por um curto período de tempo
– Em caso de paragens breves, por exemplo,
num semáforo
, pise o travão para manter o
veículo parado. Não acelere.
Parar/Estacionar
Se abrir a porta do condutor e a alavanca se-
letora não se encontrar na posição P, o veícu-
lo pode mover-se. A indicação para o condu-
tor será: Caixa de velocidades:
alavanca seletora na posição de
movimento! . Adicionalmente, soa um zum-
bido.
– Pisar o pedal do travão e mantê-lo pressio-
nado ›
›› .
– Puxe o travão de estacionamento.
– Coloque a alavanca seletora na posição P.
P ar
ar num
a subida
– Pressione sempre o pedal do travão com
firmeza, p
ara evitar que o veículo «se des-
loque para trás; se for necessário, acione o
travão de mão» ››› . Não aument
e o r
e
gi-
me do motor (pressionando o acelerador)
com uma gama de mudanças selecionada para evitar que o carro «descaia pela desci-
da»,
››
› .
Inic i
ar a m
archa encosta acima
– Puxe o travão de estacionamento.
– Com um nível engatado acelere de forma
dosea
da e solte o travão de mão.
Conduzir em pendentes: em determinadas
circunstâncias (por ex., ao conduzir em mon-
tanha ou com reboque) pode ser vantajoso
utilizar temporariamente a caixa de velocida-
des manual para selecionar a relação de
transmissão adequada manualmente, em
função das condições do percurso ››› .
Ao e s
t
acionar num sítio plano, basta engre-
nar a posição P da alavanca seletora. Nos
planos inclinados deve acionar-se o travão
de estacionamento antes de colocar a ala-
vanca seletora em P. Isto evita a carga exces-
siva do mecanismo de bloqueio e permite re-
tirar mais facilmente a alavanca seletora da
posição P. ATENÇÃO
Respeite as advertências de segurança ›››
em Posições da alavanca seletora na pági-
na 206
.
● Não dei
xe que o travão patine e não carre-
gue no pedal
do travão com demasiada fre-
quência nem durante demasiado tempo. Se
travar constantemente, os travões sobrea-
quecem. Esta situação provoca uma conside- rável redução da potência de travagem, o au-
mento d
a di
stância de travagem ou, inclusi-
vamente, a avaria de todo o sistema de trava-
gem.
● Se tiver de parar em rampas, mantenha o
veícu
lo sempre parado com o travão do pé ou
de mão, para evitar descair. CUIDADO
● Quando se p ara num
a subida, não se deve
tentar evitar que o veículo descaia selecio-
nando uma mudança e acelerando. Com isso,
poderia aquecer e danificar a caixa automáti-
ca. Acione o travão de mão ou pressione o pe-
dal do travão, para evitar que o veículo se
desloque para trás.
● Se deixar rolar o veículo com o motor desli-
gado e a a
lavanca seletora na posição N, a
caixa de velocidades automática é danifica-
da, por não ser lubrificada.
● Em determinadas situações de condução ou
condições
de trânsito, tais como arranques
frequentes, «arrasto» prolongado do veículo
ou congestionamentos com paragens contí-
nuas, a caixa de velocidades pode sobrea-
quecer e ficar danificada! Se se acender a luz
de controlo , pare o veículo logo que possí-
vel e aguarde que a caixa de velocidades ar-
refeça ››› Página 212. 209
Dados técnicos
Conselhos
Utilização
Emergências
Segurança
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Utilização
Dispositivo kick-down O kick-down é um dispositivo que permite al-
cançar um
a ac
eleração máxima.
Ao pisar o acelerador a fundo até ultrapassar
o ponto de pressão, passa-se para uma mu-
dança mais baixa, em função da velocidade e
do regime do motor. A passagem para a mu-
dança mais alta seguinte não será efetuada
até que se atinja o regime de rotações máxi-
mo pré-determinado. ATENÇÃO
Tenha em conta que, ao acionar o dispositivo
kic k
-down com a estrada escorregadia, as ro-
das motrizes podem patinar, com o conse-
quente risco de derrapagem. Programa launch-control
3 V
álido para veículos: com Launch-control/DSG de
sei
s velocidades com motores diesel com potência
superior a 125 kW e gasolina superior a 140 kW.
O programa launch-control permite uma ace-
leração máxima.
Condição: o motor alcançou a temperatura
de funcionamento e o volante não está vira-
do. A rotação do motor do launch-control é dife-
rent
e no
s motores a gasolina ou diesel. Para
utilizar o launch-control é necessário desligar
a regulação antipatinagem (ASR), através do
menu do sistema Easy Connect ››› Pági-
na 127. O aviso permanecerá aceso ou
piscará lentamente em função de se o veícu-
lo tem ou não sistema de informação para o
condutor*.
Em veículos com sistema de informações ao
condutor, a indicação de desativação é vi-
sualizada no painel de instrumentos, através
de aviso ESC permanentemente ligado e o
texto Controlo de estabilidade de-
sativado (temporariamente).
– Com o motor em funcionamento, desligue
o contro
lo de tração (ASR) 1)
.
– Coloque a alavanca seletora na posição
«S» ou tiptronic, ou selec
ione o modo de
condução sport do SEAT Drive Profile*
››› Página 259.
– Pressione com o pé esquerdo o pedal do
travão com f
orça e mantenha-o pisado to-
talmente durante pelo menos 1 seg.
– Pressione o pedal do acelerador com o pé
direito até ao f
undo ou até alcançar a posi-
ção kick-down. Fica estabelecida uma rota-
ção do motor de aproximadamente 3200 r/min (motores a gasolina) ou aprox.
2000
r/min (motor diesel).
– Tir
e o pé esquerdo do travão. ATENÇÃO
● Adapt e a s
ua condução sempre ao fluxo do
trânsito.
● Utilize o launch-control apenas quando as
condições
do trânsito e o estado do piso as-
sim o permitirem, isto é, se o seu estilo de
condução e a capacidade de aceleração do
veículo não incomodarem nem colocarem em
perigo os outros condutores.
● Certifique-se de que o ESC permanece ati-
vado
. Tenha em conta que, se o ASR e o ESC
estiverem desligados, as rodas podem pati-
nar e que o veículo pode derrapar. Risco de
acidente!
● Depois de iniciar a viagem, deverá desati-
var nov
amente o modo «sport» do ESC pres-
sionando brevemente o botão OFF .
Aviso
● É pos sív
el que, após utilizar o programa
launch-control, a temperatura da caixa de ve-
locidades tenha aumentado consideravel-
mente. Nesse caso, o programa pode ficar fo-
ra de serviço durante alguns minutos. Depois 1)
Veículos sem sistema de informações ao condutor:
o avi so pi
sca lentamente/Veículos com sistema de
informações ao condutor: o aviso permanece ligado.
210
Page 213 of 372

Condução
da fase de refrigeração, poderá utilizá-lo
nov
ament
e.
● Ao acelerar com o programa launch-control
toda
s as partes do veículo estão em grande
esforço. Isso pode provocar um desgaste mai-
or. Assistente em descida*
A assistência na descida ajuda o condutor na
condução de per
c
ursos inclinados.
Com a alavanca seletora na posição D/S, é
ativada a assistência nas descidas quando
pressiona o travão. A caixa de velocidades
automática engrena automaticamente uma
mudança mais baixa adequada à descida. No
âmbito dos limites físicos e da técnica da tra-
ção a assistência na descida tenta manter a
velocidade selecionada no momento da tra-
vagem. Em determinadas situações, pode ser
necessário corrigir a velocidade pressionan-
do o travão. Uma vez que a assistência nas
descidas só pode reduzir até à 3.ª mudança,
é possível que, em descidas muito pronunci-
adas, tenha de acionar o modo tiptronic.
Neste caso, reduza manualmente no modo
tiptronic para a 2.ª ou 1.ª mudança, para
aproveitar a foça de travagem do motor e ali-
viar os travões.
Logo que a inclinação diminua ou for pisado
o pedal do acelerador, a assistência na desci-
da desliga. Em veículos com instalação de regulação da
veloc
id
ade* ››› Página 226 ao estabelecer a
velocidade é também ativada a assistência
na descida. ATENÇÃO
A assistência nas descidas não pode superar
os limit
es impostos pelas leis da física. Por
essa razão, não consegue manter uma veloci-
dade constante em qualquer situação. Perma-
neça sempre em condições de travar! Modo de inércia
O modo de inércia permite aproveitar a ener-
gi
a c
inétic
a do veículo e percorrer certos tro-
ços sem utilizar o acelerador. Isto permite
economizar combustível. Utilize o modo de
inércia para «deixar rodar» o veículo com an-
tecedência, por exemplo, antes de entrar nu-
ma localidade.
Ligar o modo de inércia
Condição: alavanca seletora na posição D,
descidas inferiores a 12 %.
– Selecione uma vez, no SEAT Drive Profile*,
o modo Eco ›››
Página 259.
– Retire o pé do acelerador.
Será apresent
ada a indicação para o condu-
tor Inércia . A velocidades superiores
a 20 km/h (12 mph), a caixa de velocidades desengrena automaticamente e o veículo ro-
da livrement
e, sem o efeito da travagem do
motor. Enquanto o veículo roda, o motor fun-
ciona ao ralenti.
Desligar o modo de inércia
– Pressione o pedal do travão ou do acelera-
dor.
Par
a aproveitar de novo a força de travagem
e a desativação por inércia do motor, basta
pressionar brevemente o pedal do travão.
A aplicação combinada do modo de inércia
(= troço prolongado com menos energia) e
da desativação por inércia (= troço mais cur-
to sem necessidade de combustível) permite
melhorar o consumo de combustível e o ba-
lanço de emissões. ATENÇÃO
● Se tiver lig a
do o modo de inércia, tenha em
conta que, ao aproximar-se de um obstáculo
e ao soltar o pedal do acelerador, o veículo
não desacelera da forma habitual: risco de
acidente!
● Ao utilizar o modo de inércia em descidas,
o veíc
ulo pode aumentar a velocidade: risco
de acidente!
● Se outros utilizadores conduzirem o seu
veícu
lo, avise-os em relação ao modo de inér-
cia. » 211
Dados técnicos
Conselhos
Utilização
Emergências
Segurança
Page 214 of 372

Utilização
Aviso
● O modo de inérc i
a está disponível no modo
de condução eco (SEAT Drive Profile*).
● A indicação para o condutor Inércia só é
vi
sualizada com o consumo atual. No modo
de inércia, já não é visualizada a mudança
(por ex., aparecerá «E» em lugar de «E7»).
● Em pendentes com inclinação superior a
15 %, o modo de inérci
a desliga-se automati-
camente, de forma provisória. Programa de emergência
Existe um programa de emergência para os
c
a
so
s de avaria do sistema.
Se o ecrã do painel de instrumentos apresen-
tar todas as posições da alavanca seletora
sobre um fundo claro, significa que existe al-
guma anomalia no sistema, e a caixa de velo-
cidades automática funcionará com o progra-
ma de emergência. Com o programa de emer-
gência ainda é possível conduzir o veículo,
embora a velocidade reduzida e não estando
todas as mudanças disponíveis. Em alguns
casos, é possível que não possa conduzir em
marcha-atrás. CUIDADO
Se a caixa de velocidades funcionar com o
progr am
a de emergência, visite imediatamen-
te um oficina especializada para que a avaria
seja reparada. Embraiagem
Embraiagem sobreaquecida! Es-
pere, por favor!
A embr aiag
em sobreaqueceu e pode ficar da-
nificada. Para e espere que a caixa de veloci-
dades arrefeça com o motor em funciona-
mento (ao ralenti) e a alavanca seletora na
posição P. Quando o aviso e a indicação para
o condutor desligarem, visite rapidamente
uma oficina especializada para que a avaria
seja reparada. Se o aviso e a indicação para
o condutor não desligarem, não continue a
viagem. Contacte um serviço de assistência
técnica.
Anomalias na caixa de velocidades Caixa de velocidades: anoma-
lia! Pare e coloque a alavanca
em P
Exi s
te uma anomalia na caixa de velocida-
des. Para o veículo num lugar seguro e não
continue a viagem. Contacte um serviço de
assistência técnica.
Caixa de velocidades: anoma-
lia no sistema! Pode continuar a
viagem
Não demore muito a visitar uma oficina espe-
cializada para que a avaria seja reparada. Caixa de velocidades: anoma-
lia no sistema! Pode prosseguir,
com limitações. Marcha-atrás de-
sativada
Dirija- se r
apidamente a uma oficina especia-
lizada para que a avaria seja reparada.
Caixa de velocidades: anoma-
lia no sistema! Pode prosseguir
em D até desligar o motor
Retire o veículo da circulação do trânsito e
imobilize-o num lugar seguro. Contacte um
serviço de assistência técnica. Caixa de velocidades: demasi-
ado quente. Adapte a condução em
conformidade
Continue a viagem com moderação. Quando
o aviso desligar, pode continuar a conduzir
normalmente. Caixa de velocidades: acione
o travão e volte a engrenar uma
gama de mudanças
Se a incidência tiver sido produzida por uma
elevada temperatura da caixa de velocida-
des, esta indicação para o condutor será
apresentada quando a caixa arrefecer nova-
mente.
212
Page 215 of 372

Condução
Direção Dir eção el
etr
omecânicaA direção assistida eletromecânica apoia os
mov
iment
os de direção do condutor.
A direção assistida eletromecânica adapta-se
eletronicamente em função da velocidade do
veículo, binário de rotação e ângulo de rota-
ção.
Em caso de falha na direção assistida ou com
o motor parado (por ex., rebocagem) o veícu-
lo continua a poder ser totalmente controla-
do. Mas é necessária mais força para guiar.
Luzes de controlo e indicações para o condu-
tor (em vermelho) Direção avaria-
da! Estacionar o veículo
Se a luz de controlo se mantiver acesa e for
apresentada a indicação para o condutor, po-
de tratar-se de uma avaria na servo direção.
Não prossiga a viagem. Contacte um serviço
de assistência técnica. (em amarelo) Direção: anoma-
lia no sistema! Pode continuar a
viagem
Se se acender a luz de controlo, a direção po-
de reagir com maior dificuldade ou com mais
sensibilidade do que costume. Além disso, ao viajar em linha reta, o volante pode ficar
vir
a
do.
Conduza lentamente até uma oficina espe-
cializada para que a avaria seja reparada. (em amarelo) Bloqueio da di-
reção: avaria! dirija-se a um
concessionário
Existe uma anomalia no bloqueio eletrónico
da direção.
Visite assim que possível uma oficina espe-
cializada para que a avaria seja reparada. ATENÇÃO
Trate imediatamente de reparar a anomalia
do si s
tema numa oficina especializada: risco
de acidente! Aviso
Se a luz de controlo (em vermelho) ou
(em am
arelo) se acender brevemente, pode
prosseguir a viagem. Rodagem e condução económi-
c
a
R od
agem do motor Um veículo novo precisa de fazer uma roda-
g
em, num tr
aj
eto que deverá cifrar-se em 1.500 km. Nos primeiros 1000 quilómetros
não ultrap
asse 2/3 do regime máximo ad-
missível. Não acelere ainda a fundo e não cir-
cule com reboque! Entre os 1000 e 1500 km
pode-se ir aumentando o regime e, conse-
quentemente, a velocidade.
Durante as primeiras horas de funcionamen-
to o atrito interno do motor é maior do que
mais tarde, depois de todas as peças móveis
se terem ajustado entre si.
O estilo de condução nos primeiros 1.500
km influencia a qualidade do motor. Poste-
riormente, conduza também com um regime
moderado, especialmente com o motor a frio,
reduzindo assim o desgaste do mesmo e au-
mentando a quilometragem possível.
Não conduza num regime demasiado baixo.
Selecione uma mudança mais baixa quando
do motor deixar de funcionar «uniformemen-
te». Os regimes do motor excessivos fazem
com que a injeção de combustível seja corta-
da de forma a proteger o motor.
Características ecológicas O respeito pelo meio ambiente desempenha
um p
apel
impor
tante no desenho, na seleção
dos materiais e no fabrico do seu novo SEAT. »
213
Dados técnicos
Conselhos
Utilização
Emergências
Segurança
Page 216 of 372

Utilização
Medidas construtivas para favorecer a reci-
c l
ag
em
● Acoplamentos e uniões fáceis de desmon-
tar.
● D
esmontagem simplificada graças ao de-
sign modul
ar.
● Redução de misturas de materiais.
● Marcação das peças de plástico e elastó-
meros
de acordo com as normas ISO 1043,
ISO 11469 e ISO 1629.
Seleção dos materiais
● Utilização de materiais recicláveis.
● Utilização de plásticos compatíveis dentro
de um mesmo conju
nto se os componentes
que fazem parte do mesmo não forem facil-
mente separáveis.
● Utilização de materiais de origem renová-
vel e/ou r
eciclada.
● Redução de componentes voláteis, incluin-
do o odor, nos
materiais plásticos.
● Utilização de agentes refrigerantes sem
CFC.
Proibição
, com as exceções contidas na lei
(Anexo II da Diretiva de VFU 2000/53/CE),
dos materiais pesados: : cádmio, chumbo,
mercúrio, crómio hexavalente. Fabrico
●
Redução da quantidade de dissolvente nas
cera
s protetoras para cavidades.
● Utilização de película plástica como prote-
ção para o tr
ansporte de veículos.
● Utilização de colas sem dissolventes.
● Utilização de agentes refrigerantes sem
CFC em si
stemas de geração de frio.
● Reciclagem e recuperação energética dos
resíduo
s (CDR).
● Melhoria da qualidade das águas residu-
ais.
● Utiliz
ação de sistemas para a recuperação
de calor re
sidual (recuperadores térmicos, ro-
das entálpicas, etc.).
● Utilização de tintas de base aquosa.
Condução económica e ambiental-
mente corr
eta O consumo de combustível, a poluição am-
b
ient
al
e o desgaste do motor, travões e pne-
us dependem em grande medida do seu esti-
lo de condução. Através de uma condução
económica e atenta às condições de trânsito,
é possível uma redução do consumo de com-
bustível na ordem dos 10-15%. Seguem-se
algumas sugestões de como aliviar o meio
ambiente e ao mesmo tempo a carteira. Gestão de cilindros ativa (ACT
®
)*
Em função do equip
amento do veículo, a
gestão de cilindros ativa (ACT ®
) pode desati-
var automaticamente alguns cilindros do mo-
tor se a situação de condução não requerer
demasiada potência. Durante a desativação
não se injeta combustível nos cilindros em
questão, com o que se pode reduzir o consu-
mo total de combustível. No ecrã do painel
de instrumentos pode visualizar-se o número
de cilindros que estão ativos ›››
Pági-
na 38.
Condução defensiva
É ao acelerar que o veículo consome mais
combustível. Numa condução defensiva há
menos necessidade de travar e consequente-
mente também de acelerar. Aproveite a inér-
cia do veículo sempre que possível com uma
mudança engrenada, por ex., ao aproximar-
-se de um semáforo vermelho. O efeito de
travagem do motor daí resultante diminui o
desgaste dos travões e dos pneus, e as emis-
sões e o consumo de combustível são reduzi-
dos a zero (corte em desaceleração).
Engrenar outra mudança para poupar ener-
gia
Uma forma eficaz de economizar combustível
é a seleção precoce de uma mudança superi-
or. As pessoas que puxam ao máximo as mu-
danças consomem combustível desnecessa-
riamente.
214
Page 217 of 372

Condução
Retirada manualmente: p a
s se da 1.ª para a
2.ª mudança assim que for possível. De qual-
quer forma, recomendamos que engrene
uma mudança superior quando alcance apro-
ximadamente 2000 rotações. Um consumo
de combustível favorável é também uma fun-
ção da velocidade selecionada. Selecione a
mudança mais alta adaptada á situação de
condução, observe que o motor trabalhe ain-
da bem e sem soluços.
Caixa de velocidades automática : carregar
progressivamente no pedal do acelerador e
evitar a posição de «kick-down».
Evitar acelerações a fundo
Não deverá aproveitar nunca totalmente a ve-
locidade máxima do seu veículo. O consumo
de combustível, as emissões de gases po-
luentes e poluição sonora aumentam desme-
suradamente a velocidades mais altas. Uma
condução mais lenta ajuda a poupar com-
bustível.
Reduzir em ralenti
Nos veículos com sistema Start-Stop, o ralen-
ti reduz-se de forma automática. Nos veícu-
los sem sistema Start-Stop deve desligar o
motor, por exemplo, em passagens de nível
ou em semáforos que tardem muito tempo
no vermelho. Um motor que já alcançou a
temperatura de funcionamento, e consoante
a cilindrada, gasta menos combustível se for desligado após 5 segundos parado do que
se tiver de arranc
ar o motor novamente.
Ao ralenti, o motor precisa de muito tempo
para aquecer. E ainda, na fase de aqueci-
mento o desgaste e a emissão de gases po-
luentes são especialmente altos. Após o ar-
ranque deverá, por isso, iniciar imediatamen-
te a marcha. Ao fazê-lo, evite um regime de
rotações elevado.
Manutenção regular
Os trabalhos de manutenção realizados de
forma periódica são um requisito para pou-
par combustível mesmo antes de iniciar o an-
damento. Os trabalhos de manutenção no
seu veículo não se refletem apenas numa
maior segurança na condução e na conserva-
ção do valor do veículo, mas também numa
redução do consumo de combustível. Um
motor desafinado pode representar um au-
mento do consumo de combustível até 10%.
Evitar trajetos curtos
O motor e o catalisador devem atingir a sua
temperatura de funcionamento ideal para re-
duzirem eficazmente o consumo e as emis-
sões de gases poluentes.
O motor frio consome uma quantidade des-
mesurada de combustível. Só ao fim de cerca
de 4 quilómetros é que o motor está quente,
normalizando-se o consumo. Controlar a pressão dos pneus
Assegur
e que os pneus se encontram sempre
a uma pressão correta ››› Página 329, a fim
de poupar combustível. Se a pressão estiver
meio bar abaixo, o consumo de combustível
pode aumentar em 5%. Além disso, uma
pressão insuficiente nos pneus faz com que
o desgaste dos mesmos seja superior, uma
vez que aumenta a resistência à rodagem e
piora o comportamento de andamento.
Não circule todo o ano com os pneus de in-
verno visto que isso faz com que o consumo
de combustível aumente até cerca de 10%.
Evite transportar cargas desnecessárias
Como cada quilo de peso a mais aumenta o
consumo de combustível, vale a pena lançar
um olhar mais crítico à carga transportada na
bagageira, a fim de evitar as cargas supér-
fluas.
Visto que o suporte aumenta a resistência
aerodinâmica do veículo, deve desmontá-lo
quando não for necessário. Desta forma, a
uma velocidade de 100-120 km/h
(62-75 mph), poupa cerca de 12% de com-
bustível.
Poupar energia elétrica
O motor impulsiona o alternador, gerando
eletricidade. Um aumento de consumo elétri-
co implica também o aumento do consumo
de combustível! Por esta razão, desligue os »
215
Dados técnicos
Conselhos
Utilização
Emergências
Segurança
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Utilização
dispositivos elétricos que não necessite. Por
e x
emp
lo, dispositivos que são grandes con-
sumidores elétricos, como o ventilador no ní-
vel máximo, o desembaciador do vidro trasei-
ro e o aquecimento dos bancos*.
Gestão da energia
A capac
idade de arranque é otimizadaA gestão da energia controla a distribuição
de energi
a elétric
a e otimiza deste modo a
disponibilidade de energia elétrica para o ar-
ranque do motor.
Se um veículo não for utilizado durante um
período mais longo, os dispositivos elétricos,
por exemplo do imobilizador eletrónico, des-
carregam a bateria. Isto poderá levar em cer-
tos casos a que deixe de haver energia elétri-
ca disponível suficiente para o arranque do
motor.
O seu veículo dispõe de um sistema de ges-
tão de energia inteligente para a distribuição
da energia elétrica. A capacidade de arran-
que é deste modo substancialmente melho-
rada e a longevidade da bateria aumentada.
A gestão da energia consiste essencialmente
de um diagnóstico da bateria, uma gestão da
corrente de repouso e uma gestão dinâmica
da energia. Diagnóstico da bateria
O diagnós
tic
o da bateria apura permanente-
mente o estado da bateria. A tensão, a cor-
rente e a temperatura da bateria são regista-
das por meio de sensores. Deste modo é
apurado o nível da carga da bateria e a sua
performance.
Gestão da corrente de repouso
A gestão da corrente de repouso reduz o con-
sumo de energia durante o tempo de para-
gem. Com a ignição desligada comanda a ali-
mentação de energia dos vários dispositivos
elétricos. Neste processo são tomados em
consideração os dados do diagnóstico da ba-
teria.
Em função do nível de carga da bateria, vão
sendo desligados os diversos dispositivos
elétricos, um após o outro, para evitar uma
descarga excessiva da bateria, mantendo as-
sim a capacidade de arranque.
Gestão dinâmica da energia
A gestão dinâmica da energia distribui, em
andamento, a energia produzida pelos vários
dispositivos elétricos, conforme as necessi-
dades. Assegura que não seja consumida
mais energia elétrica do que a que é produzi-
da, contribuindo assim para um nível otimi-
zado da carga da bateria. Aviso
● O si s
tema de gestão da energia não pode
naturalmente ultrapassar as limitações im-
postas pela física. Tenha, por isso, em aten-
ção que a capacidade e a vida útil de uma ba-
teria têm limites.
● Quando existir o risco de o veículo não co-
meçar a func
ionar, será apresentada a luz de
controlo de falha elétrica no alternador ou ní-
vel de carga da bateria baixo ››› Pági-
na 125. Descarregamento da bateria
A manutenção da capacidade de arranque
t
em priorid
a
de máxima.
Em trajetos curtos, no ciclo urbano e na esta-
ção fria a bateria é fortemente solicitada.
Nestas situações é necessária muita energia
elétrica, sendo produzida relativamente pou-
ca. Outra situação crítica é registada quando
são ligados os dispositivos elétricos sem o
motor estar a trabalhar. Neste caso é consu-
mida energia sem que seja produzida.
Verificará que justamente nestas situações o
sistema de gestão da energia regula ativa-
mente a distribuição da energia.
216
Page 219 of 372

Condução
No caso de tempos de imobilização mais pro-
lon g
a
dos
Se o seu veículo ficar imobilizado durante um
período entre vários dias e várias semanas,
os dispositivos elétricos vão sendo gradua-
lmente ajustados para níveis de consumo
mais baixos ou até desativados. O consumo
de energia é assim reduzido e a capacidade
de arranque mantida durante um período
mais longo. Algumas funções de conforto co-
mo, por exemplo, abertura do veículo à dis-
tância, poderão não estar disponíveis em de-
terminadas circunstâncias. As funções de
conforto voltam a ficar disponíveis, depois
de se ligar a ignição e de se dar arranque ao
motor.
Com o motor desligado
Se ouvir rádio, por exemplo, com o motor
desligado, a bateria descarrega.
Se o consumo de energia puser em perigo o
funcionamento do motor, em veículos com
sistema de informação para o condutor* será
apresentado um texto.
Esta indicação para o condutor indica que
deverá ligar o motor para que a bateria recar-
regue.
Com o motor em funcionamento
Embora seja produzida energia elétrica em
andamento, a bateria pode descarregar-se.
Esta situação pode registar-se, sobretudo se for produzida pouca energia com um consu-
mo eleva
do, e se o nível de carga da bateria
não estiver nas melhores condições.
Para reequilibrar o nível da energia, os dispo-
sitivos que requerem mais energia são tem-
porariamente regulados para níveis de con-
sumo mais baixos ou até desativados. Espe-
cialmente sistemas de aquecimento conso-
mem muita energia. Se verificar, por exem-
plo, que o aquecimento dos bancos* ou o
desembaciador do vidro traseiro não aque-
cem, é sinal de que foram regulados para ní-
veis de consumo mais baixos ou até desati-
vados. Os sistemas voltam a estar disponí-
veis, logo que a gestão esteja equilibrada.
Além disso, se for necessário poderá verificar
que o regime de ralenti foi ligeiramente au-
mentado. Isso será normal e não deverá
constituir motivo de preocupação. Com o au-
mento do regime de ralenti é produzida a
maior quantidade de energia necessária e a
bateria é carregada. Gestão do motor e sistema de
depuração de g
ases de escape
Introdução ao tema ATENÇÃO
● Dev ido às
temperaturas elevadas no siste-
ma de purificação das emissões de escape
(catalisador ou filtro de partículas para moto-
res diesel), não se deve colocar o veículo nu-
ma superfície facilmente inflamável (p. ex.
num prado ou junto a uma mata). Existe risco
de incêndio!
● Não aplicar conservantes na parte inferior
do veíc
ulo na zona do sistema de escape: ris-
co de incêndio! Aviso
Enquanto permanecerem acesas as luzes de
contr o
lo , , ou podem ocorrer ano-
malias no motor, o consumo de combustível
pode aumentar e é possível que o motor per-
ca potência. Catalisador
3 V
álido para veículos com motor a gasolina
O
veículo só pode ser abastecido com gasoli-
na sem chumbo, pois, de outro modo, o cata-
lisador é destruído. »
217
Dados técnicos
Conselhos
Utilização
Emergências
Segurança
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Utilização
Não esgotar nunca totalmente o depósito, já
que dev ido a irr
e
gularidades na alimentação
de combustível podem registar-se falhas na
ignição. Nestes casos a gasolina chega sem
queimar ao sistema de escape, o que pode
levar a um sobreaquecimento e consequente
danificação do catalisador.
Filtro de partículas diesel 3 Válido para veículos com motor diesel
O fi ltr
o de partículas para motores diesel fil-
tra quase na totalidade as partículas de fuli-
gem do sistema de escape. Durante a condu-
ção normal, o filtro limpa-se automaticamen-
te. O filtro de partículas diesel regenera-se
automaticamente sem que seja mostrado pe-
la luz de controlo . É possível que se dê
conta, já que aumenta o regime do motor em
ralenti e se nota um determinado odor.
Se a depuração automática do filtro não po-
de ser efetuada (por ex., se a condução for
sempre em percursos curtos), acumula-se fu-
ligem no filtro e acende-se a luz de controlo
do filtro de partículas diesel.
Facilite a limpeza automática do filtro condu-
zindo da seguinte forma: conduza durante
aproximadamente 15 minutos a uma veloci-
dade mínima de 60 km/h (37 mph) em 4.ª ou
5.ª (caixa de velocidades automática: posi-
ção de velocidade S). Mantenha o regime do
motor a aproximadamente 2000 rpm. O au- mento de temperatura gerado faz com que se
queime a fu
lig
em do filtro. Após finalizar a
limpeza, apaga-se o indicador. Se o indica-
dor não se apaga, dirija-se de imediato a
uma oficina especializada para que a avaria
seja reparada.
Gestão do motor* Esta luz de controlo controla a gestão do mo-
tor no
s
motores a gasolina.
Ao ligar a ignição, a luz de controlo (Ele-
tronic Power Control) acende-se enquanto se
verifica o funcionamento do sistema. Deverá
apagar-se depois do arranque do motor.
Se se registar uma deficiência na gestão ele-
trónica do motor em andamento, a luz de
controlo acende-se. Dirija-se a uma oficina
especializada o quanto antes para efetuar
uma revisão do motor.
Sistema de controlo de emissões* A luz de controlo
pis
c
a:
Devido a falhas de combustão que podem
danificar o catalisador. Reduza a velocidade
e dirija-se com prudência até à oficina espe-
cializada mais próxima para efetuar uma revi-
são ao motor. A luz de controlo
acende-se:
Se em and
amento se registar alguma avaria
que tem repercussões na qualidade dos ga-
ses de escape (p. ex., avaria da sonda Lamb-
da). Reduza a velocidade e dirija-se com pru-
dência até à oficina especializada mais próxi-
ma para efetuar uma revisão ao motor.
Sistema de pré-aquecimento/avaria
do motor* Esta luz de controlo mantém-se acesa duran-
t
e o pré-
aquec
imento do motor diesel.
A luz de controlo acende-se
Se a luz de controlo se acende ao ligar a
ignição, significa que foi ativado o sistema
de pré-aquecimento do motor. Quando o avi-
so se apagar, pode ligar imediatamente o
motor.
A luz de controlo pisca
Se, em andamento, ocorrer alguma avaria na
gestão do motor, a luz de controlo do siste-
ma de pré-aquecimento começará a piscar
. Dirija-se a uma oficina especializada o
quanto antes para efetuar uma revisão do
motor.
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